Reequilíbrio toracoabdominal em neonatos no pós-operatório de cirurgias da parede abdominal: uma série de casos

Escrito por

Iris Rayanne da Silva Lima, Mara Marusia Martins Sampaio Campos, Maria Valdeleda Uchoa Moraes Araújo, Letícia Helene Mendes Ferreira, Kellen Yamille dos Santos Chaves, Lucimar Vasconcelos Bessa, Ana Karine Fontenele de Almeida, Carina Santana de Freitas, Bianca do Carmo Oliveira, Jamille Soares Moreira Alves.


Objetivo: Analisar a variação em desfechos hemodinâmicos e ventilatórios após aplicação da Técnica de Reequilíbrio Toracoabdominal (RTA) em neonatos no pós-operatório de cirurgias da parede abdominal. Métodos: Tratou-se de uma série de casos, realizada com 10 neonatos internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) em pós-operatório de cirurgias de parede abdominal de uma maternidade de referência do Ceará. Resultados: Da população estudada, 60{25bca9e2bd0ebb3edf95370ff780b3b440131ee6ee0197df4233ed2a2b802bf2} eram do gênero feminino, 90{25bca9e2bd0ebb3edf95370ff780b3b440131ee6ee0197df4233ed2a2b802bf2} dos casos apresentaram intercorrências na UTIN. Após a aplicação da técnica de RTA observou-se que o nível de sedação necessário reduziu em 75{25bca9e2bd0ebb3edf95370ff780b3b440131ee6ee0197df4233ed2a2b802bf2} e a dor em 50{25bca9e2bd0ebb3edf95370ff780b3b440131ee6ee0197df4233ed2a2b802bf2} segundo a escala N-PASS. Em relação as variações dos parâmetros ventilatórios houve uma diferença estatística significativa, com baixo tamanho de efeito e alta margem no intervalo de confiança, na pressão inspiratória máxima de base e na medida realizada 15 minutos após a intervenção e do volume corrente medido antes e após 5 minutos. Conclusão: Com os resultados obtidos neste estudo, pode-se concluir que a ocorreu redução da dor e sedação, e que ocorreu mudança de desfecho entre antes e após aplicação da técnica nas variáveis de volume corrente e pressão inspiratória máxima, tais mudanças não podem ser relacionadas com impactos em desfechos clínicos visto as limitações da pesquisa.

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