Historicamente a fisioterapia respiratória pediátrica tem sido aplicada baseada em um modelo intensivista, no qual o maior objetivo é a remoção de secreções pulmonares.
Este artigo tem por objetivo propor uma ampliação da abordagem terapêutica, a qual deve privilegiar o retorno global da função respiratória. Isto inclui a possibilidade de coordenar a respiração com outras funções, tais como a alimentação, a excreção, a expressão através da fala, das atividades lúdicas, esportivas e a aprendizagem.
O fisioterapeuta respiratório deve conhecer as particularidades da biomecânica respiratória e as fases do desenvolvimento sensório-motor do bebê e da criança para entender como esta se relaciona consigo mesma e com o meio no qual está inserida. Estes conceitos conduzem a uma reflexão que impede a prática de técnicas invasivas e que possam produzir alterações negativas dos parâmetros ventilatórios.
Acesse o conteúdo completoAcesse nossos artigos sobre o método RTA.
Escrito por Kethlen Roberta Roussenq1 , Janaina Cristina Scalco2 , George Jung da Rosa3 , Gesilane Júlia da Silva Honório4 , Camila Isabel Santos Schivinski5
Escrito por MartinJ. Tobin, M.D.; Tejvir S. Chadha, M.D.; GilbertJenouri, BA; StephenJ. Birch, B.S.; Hacik B. Gazeroglu, B.S.; and Marvin A. Sackner, M.D., F.C.C.P.
Escrito por Renata Claudia Zanchet, Aline Mayara Azevedo Chagas, Juliana Sarmento Melo, Patrícia Yuki Watanabe, Augusto Simões-Barbosa, Gilvânia Feijó