Historicamente a fisioterapia respiratória pediátrica tem sido aplicada baseada em um modelo intensivista, no qual o maior objetivo é a remoção de secreções pulmonares.
Este artigo tem por objetivo propor uma ampliação da abordagem terapêutica, a qual deve privilegiar o retorno global da função respiratória. Isto inclui a possibilidade de coordenar a respiração com outras funções, tais como a alimentação, a excreção, a expressão através da fala, das atividades lúdicas, esportivas e a aprendizagem.
O fisioterapeuta respiratório deve conhecer as particularidades da biomecânica respiratória e as fases do desenvolvimento sensório-motor do bebê e da criança para entender como esta se relaciona consigo mesma e com o meio no qual está inserida. Estes conceitos conduzem a uma reflexão que impede a prática de técnicas invasivas e que possam produzir alterações negativas dos parâmetros ventilatórios.
Acesse o conteúdo completoAcesse nossos artigos sobre o método RTA.
Escrito por Alana Bortolan Sacon1 Ana Paula Pillatt2 Laura Wuttig Berbam3 Vanessa Zardin Fengler4 Darlene Costa de Bittencourt5 Adriane Schmidt Pasqualoto6
Escrito por Karolini Reis Branco, Fernanda dos Santos Silveira, Letícia Ferronato, Simone Cristina Jabuonski, Vinícius Serra Peringer, Mariangela Pinheiro de Lima, João Paulo Heinzmann-Filho, Bruna Eibel
Escrito por Kethlen Roberta Roussenq1 , Janaina Cristina Scalco2 , George Jung da Rosa3 , Gesilane Júlia da Silva Honório4 , Camila Isabel Santos Schivinski5